Lajedo, PE

Publicado originalmente em Scultori Photo:

No ano passado estive em Lajedo, uma cidade na entrada do agreste pernambucano, a cerca de 2 horas de Recife. Fui visitar a Base Missionária do Projeto Flechas. Uma tarde passeamos pela feira da cidade, que acontece uma vez por semana, e foi impressionante ver uma feira daquele tamanho, onde se compra de tudo: frutas em geral (maracujá, melancia, abacaxi), carnes de diversos animais, animais vivos (galinha, bode), roupas, itens para casa, e grãos dos mais variados. Literalmente, encontra-se de tudo. E basta pechinchar, insistir que se sai de lá com o que quer, por um preço excelente. E olha que nem é a maior feira da região. Em Caruaru, a poucos quilômetros dali é ainda maior.

No Flickr, tem mais informações de cada foto, aqui.

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Wildfire or fireplace?

We have heard a lot recently about revival. Everyone’s feeling a great outpouring from the Lord is about to come, and it’s common to hear leaders, prophets, and watchmen crying out for the Church to seek the Lord, repent and get prepared for the fire God is getting ready to pour. Cindy Jacobs released a prophetic word over Brazil in 2013, at Diante do Trono‘s Conference, in which she says God is giving Brazil “a second chance”.

Before anything else is said, one have to notice this word is both wonderful and terrible. Wonderful, because God is giving Brazil a second chance – one we cannot miss. Terrible, because if this is a second chance, it means we missed the first one.

Nevertheless, I believe there is a very important aspect I have not seen being talked about in all these conversations about revival. When one talks about revival it is almost impossible not to bring up the symbolism of fire in the outpouring of the Spirit, just as it happened in Pentecost (Acts 2). 120 believers were gathered together when the Lord poured upon them the Holy Spirit which was seen as tongues of fire. And what happened right after that? They got out from where they were gathered and started preaching to all foreigners who were in the city. And many, of many nations, were added to the church, right after Peter preached.

In the following chapters, however, we see a pattern: Everything the church did was in Jerusalem. Everything. Since Pentecost to the stoning of Stephen, everything the Church did was in Jerusalem. And that is the danger in it.

God was very clear in Acts 1:8:

“But you shall receive power when the Holy Spirit has come upon you; and you shall be witnesses to Me in Jerusalem, and in all Judea and Samaria, and to the end of the earth.”

They were to stay in Jerusalem until they received with the Holy Spirit. After that, they were to be witnesses until the ends of the earth. But remained in Jerusalem.

And the same thing happens today.

I believe a mistake we make is to try to control the Holy Spirit. We try to control the fire. We get the fire that comes from heaven, and put it in a fireplace – a place controlled by us, that brings comfort to our households. However, to keep this fire burning a lot of effort is needed. We have to put more wood, stir the fire, we have to clean the chimney. If throughout the night no one comes to watch and take care of the fire it will be over by morning.

And many times this is what we do we the fire of the Holy Spirit. I see the Church crying for a revival to “change our church,” “reach our cities,” “shaken our nation”. Statements such as “we need a revival to change our government,” “God, send your fire to change the laws in our nation!”

Ask yourself this question: If the Fire of God is more than enough to fill, touch, transform every nation on earth, why would He send this fire to one nation that wouldn’t care to take it to the rest of the world?

Instead of this, we should ask the fire of God to come not to be put in a fireplace, but to become a wildfire that cannot be tamed. This kind of fire doesn’t need human help. A wind will take it further and further away. It is uncontrollable. Actually, the best way of controlling a (human) wildfire is… by burning. When firemen try to control a wildfire that is coming near to a residential zone they’ll but a section of the forest before the fire comes to try to stop it from advancing. The (heavenly) wildfire, however, cannot be controlled, not even like that.

God doesn’t want to be controlled. Only when the Church understood they were to go to Samaria and to the ends of the Earth (Acts 8:1), the wildfire of God reached unimaginable places. It went through Antioch (Syria) and reached Ephesus (Turkey), through Paul, where a revival started that lasted for 300 years! This revival was so powerful that even affected the economy of the city! (Read Acts 19)

God is a consuming fire, a wildfire that cannot be controlled or tamed. A wildfire that will sweep the nations. And this fire can start in us.

But, are we going to put it in the fireplaces in our houses?

Or are we taking it to the streets and the nations?

Incêndio ou Lareira?

Temos ouvido muito falar de (re)Avivamento nos últimos tempos. Todos tem sentido que um grande derramar do Senhor está para vir, e é comum ouvirmos clamores de líderes, profetas e atalaias convocando a Igreja a buscar a Deus, arrepender-se em preparação para o fogo que Deus está se preparando para derramar. Cindy Jacobs lançou em 2013 uma palavra profética sobre o Brasil, no Congresso Diante do Trono, em que fala que o Senhor está “dando uma segunda chance ao Brasil”.

Antes de mais nada, essa palavra é tanto maravilhosa quanto terrível. Maravilhosa, pois Deus está dando uma segunda chance ao Brasil – chance que não podemos perder. Terrível, pois se há uma segunda chance, significa que a primeira passou.

No entanto, creio que há um aspecto muito importante que não tenho visto ser falado em todas essas conversas sobre avivamento. Quando se fala em avivamento é quase impossível não trazer o simbolismo do fogo no derramar do Espírito, assim como aconteceu no Pentecostes (Atos 2). 120 fieis estavam reunidos quando o Senhor derramou sobre eles o Espírito Santo que foi visto como línguas de fogo. E o que aconteceu logo em seguida? Eles saíram de onde estavam reunidos, e começaram a pregar a todos os estrangeiros que havia na cidade. E muitos, de diversas nações, foram acrescentados à igreja, após a pregação de Pedro.

Nos capítulos seguintes, no entanto vemos um padrão: Tudo que a igreja fazia era em Jerusalém. Tudo. Desde o Pentecostes até o apedrejamento de Estêvão, tudo que a Igreja fazia era em Jerusalém. E aí está o perigo.

Deus foi muito claro em Atos 1:8:

“mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.”

Eles deveriam ficar em Jerusalém até que fosse revestidos com o Espírito Santo. Depois disso, deveriam ser testemunhas até os confins da terra. Mas permaneceram em Jerusalém.

E o mesmo acontece até hoje.

Um erro que, creio eu, cometemos é tentar controlar o Espírito Santo. Tentar controlar o fogo. Pegamos o fogo que vem do céu, e o colocamos na lareira – um lugar controlado por nós, que traz conforto para nossas casas. No entanto, para manter esse fogo aceso é necessário esforço. Temos que colocar mais lenha, temos que atiçar o fogo, temos que limpar a chaminé. Se durante a noite ninguém vigiar e cuidar do fogo, ele estará apagado pela manhã.

E muitas vezes é o que fazemos com o fogo do Espírito Santo. Vejo a Igreja pedindo avivamento para “mudar nossa igreja”, “alcançar nossas cidades”, “sacudir nossa nação”. Frases como “precisamos de um avivamento para mudar o governo”, “Deus, manda teu fogo para mudar as leis das nossas nações!”

Faça-se essa pergunta: Se o Fogo de Deus é mais do que suficiente para encher, tocar, transformar cada nação da terra, porque Ele enviaria esse fogo para uma nação que não se importaria em levá-lo para o resto do mundo?

Em vez disso, deveríamos pedir que o fogo de Deus não venha para ficar em uma lareira, mas para tornar-se um incêndio nas florestas, que não pode ser domado. Esse tipo de fogo não precisa de ajuda humana. Um vento leva ele para longe. Ele é incontrolável. Na verdade, a forma de controlar um incêndio (humano) é… queimando. Quando bombeiros precisam controlar um incêndio que se aproxima de zonas residenciais, eles queimam uma parte da floresta antes do fogo chegar para impedi-lo de continuar. O incêndio (divino), no entanto, nem assim pode ser controlado.

Deus não quer ser controlado. Apenas quando a Igreja começou a entender que deveria ir para Samaria e até os confins da Terra (Atos 8:1), o incêndio de Deus chegou a lugares inimagináveis. Passou por Antioquia (Síria) e chegou a Éfeso (Turquia), através de Paulo, onde iniciou-se um avivamento que durou cerca de 300 anos! Esse avivamento foi tão grande ao ponto de afetar a economia da cidade (Leia Atos 19)!

Deus é um fogo consumidor, um incêndio que não pode ser controlado. Um incêndio que varrerá as nações. Esse fogo pode começar em nós.

Mas, vamos colocá-lo na lareira de nossas casas e igrejas?

Ou vamos levá-lo para as ruas e para as nações?

A heresia da adoraçãnimento

Bow Down

(Traduzido de “The heresy of worshiptainment“)

A grande heresia da igreja de hoje é que pensamos que estamos no negócio do entretenimento. A.W. Tozer cria que essa era a verdade nos anos 1950 e 1960. Membros de igreja “querem ser entretidos enquanto são edificados.” Ele disse em 1962. Tozer sofria, até mesmo naquela época, que era “praticamente impossível na maioria dos lugares fazer alguém participar de uma reunião onde a única atração era Deus.”

Mais recentemente, David Platt perguntou: “E se tirássemos a música legal e as cadeiras estofadas? E se as telas se fossem e a plataforma não fosse mais decorada? E se o ar-condicionado fosse desligado e os confortos fossem removidos? A Sua Palavra ainda seria suficiente para seu povo se reunir?” (Radical)

Seria suficiente?

Tozer acertou: “Heresia de método pode ser tão mortal como heresia de mensagem.”

Santidade, não Superficialidade

Como Tozer, deveríamos estar preocupados que tantas pessoas em nossas igrejas querem ser entretidas enquanto adoram. Deveríamos estar preocupados por não mais reconhecermos a diferença entre os dois. E deveríamos estar preocupados com a crença crescente de que acrescentar cada vez mais entretenimento à adoração é necessário para a igreja cumprir sua missão.

Posso estar sozinho, mas fico sofrendo quando vejo cultos de adoração caracterizados por objetos, performances, e atmosferas de eventos no lugar de qualquer senso de santidade divina; e santidade dando lugar à superficialidade.

Isso não tem a ver com estilos de adoração. O assunto aqui não é o tradicional versus o contemporâneo versus a mistura dos dois. Não é sobre adoração com órgãos versus adoração com uma banda. Essa discussão já errou o alvo completamente. O assunto aqui é o coração e o foco e a intenção da adoração. Os assuntos reais, para mim, são:

1. Sobre quem ou sobre o quê estão os holofotes?

Se o holofote figurativo em nossos cultos está em alguém e não em Deus, não é adoração. Se o holofote brilha mais sobre a performance humana do que sobre o Evangelho de Cristo, não é adoração. Se outro além de Jesus está recebendo nosso elogio ou aplauso, não é Deus quem adoramos.

2. Qual mensagem estamos comunicando?

A mensagem da igreja—a mensagem que o mundo precisa ouvir de nós—não é, “Venha ter uns momentos alegres”, “Venha se divertir”, ou “Venha e faça da sua vida melhor.”

Tozed disse: “Cristo chama os homens para carregar uma cruz; nós os chamamos para se divertir no Seu nome.”

A mensagem da igreja é a mensagem da cruz. E não podemos nos esquecer, a cruz de Jesus foi uma fonte de entretenimento apenas para aqueles que zombaram dEle enquanto Ele estava ali pendurado.

3. Como vidas são transformadas?

“Mas nossos métodos estão atraindo pessoas e ganhando almas!”, alguns podem dizer.

Tozer respondeu a esse sentimento: “Ganhando elas para que? Para um discipulado real? Para carregar a cruz? Para autonegação? Para separação do mundo? Para crucificação da carne? Para uma viver em santidade? Para nobreza de caráter? Para desprezar os tesouros do mundo? Para uma autodisciplina difícil? Para amar a Deus? Para compromisso total a Cristo?”

A Palavra Faz a Obra

David Platt e a igreja que ele pastoreia, The Church at Brook Hills, decidiram tentar responder à pergunta: “A Sua Palavra ainda é suficiente para que seu povo se reúna?” Eles retiraram todo tipo de entretenimento e convidaram as pessoas para virem simplesmente para estudarem a Palavra de Deus. Eles chamaram isso de Igreja Secreta. Eles marcaram uma data—uma sexta-feira à noite—quando poderiam se reunir das 18:00 até a meia-noite, e, por seis horas, não fariam nada além de estudar a Palavra de Deus e orar. As pessoas foram. Mil pessoas vieram na primeira vez e só cresceu a partir dali. Em pouco tempo, eles precisavam reservar lugares porque a igreja ficava lotada. A Igreja Secreta agora atrai dezenas de milhares de pessoas por transmissão pela internet em mais de 50 países ao redor do mundo—sem entretenimento, sem luzes e sons, ou máquinas de fumaça.

Por que eles vão? Platt explicou em uma entrevista: “As pessoas estão famintas pela Palavra. Não há nada especial ou criativo nisso. É apenas o estudo da Palavra… a própria Palavra faz a obra!

As pessoas estão famintas. Estão famintas por uma dieta de substância, não doces. Mais da Palavra. Mais profundidade na Palavra. Menos do que Tozer chamou de “brinquedos religiosos e lembrancinhas”.

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Esse texto me lembrou da música “Toma Tu Lugar”, do Marcos Brunet:

Você Adora Sua Experiência de Adoração?

Dying Church, Andrea Lucado

Eu sentei em uma igreja que nunca havia estado no domingo. Era diferente das igrejas que eu costumava frequentar por algumas razões. Era muito menor. O culto não começou na hora. Era uma denominação diferente. E a maior razão, a demográfica, era com relação à classe social e idade, que variava muito, e eu não era a maioria.

Eu estava ali com um amigo que sentou ao meu lado e me explicou que essa igreja acontecia “24/7″ (24 horas por dia, 7 dias por semana). É claro, eles tem um culto no domingo, ele disse, mas o culto de domingo é uma parte muito pequena desta igreja. Não é o evento central como acontece na maioria das igrejas.

Aqui, as pessoas ministram aos sem-teto todos os dias. Suas vidas refletem a Jesus em suas interações com pessoas de todas as vizinhanças e passados. Eles adoram a Deus fora do prédio da igreja talvez mais do que eles O adoram dentro dele.

E tudo isso me deixou desconfortável. Eu me senti convicta, culpada. Eu segurei as lágrimas durante o culto por causa do que eu havia deixado a igreja se tornar para mim: um lugar onde eu me sinto bem. Eu gosto de igrejas com ótimas bandas de adoração – elas me fazem me sentir bem. Eu gosto de igrejas aonde os meus amigos vão – elas me fazem me sentir bem. Eu gosto quando a igreja tem entretenimento e o sermão é encantador – isso me faz me sentir bem.

Eu tive que parar e me perguntar neste domingo: desde quando a igreja tinha o objetivo de me fazer me sentir bem? Eu fiz mais algumas perguntas difíceis após essa, como “E se todas as igrejas fossem como essa? E se elas fossem um pouco menores e não começassem a tempo e só tivessem três pessoas na banda, mas às noites, fins de semana e durante a semana os membros invadissem as ruas de suas cidades e servissem as pessoas que não haviam visto gentileza ou sentido graça em sua vida inteira? E se o culto de domingo fosse mais ou menos, mas o culto de segunda a sábado fosse transformador de vidas? E se o centro da igreja fosse Cristo e nas margens estivesse a banda de adoração e a ordem de eventos no domingo? Eu adoro a Jesus, ou adoro minha experiência de adoração?”

Essas são perguntas difíceis, mas importantes. Essa igreja no domingo tinha a menor frequência, riqueza e requinte que eu havia visto em meses, mas foi um dos cultos mais ricos e profundos que eu já participei, e senti a presença de Jesus em todos os momentos. Eu sei que Ele estava ali, e sei que ficou satisfeito com as pessoas.

Traduzido de: Andrea Lucado

Porque Missionários Nunca Podem Voltar Para Casa

Quando um missionário acaba de chegar ao campo missionário, é óbvio onde é a sua “casa”. É o lugar de onde você acabou de sair. É o lugar onde você cresceu, foi à escola, teve seus estudos, descobriu uma igreja, e formou seus relacionamentos mais importantes.

Mas quando você mora em outro país [ou cidade] por um bom tempo, uma estranha transição acontece.

Seu país natal–sua casa–não parece mais como sua casa. Quando você “vai pra casa”, algumas das mesmas pessoas e lugares estão lá, mas a vida caminhou em sua ausência. Quando você aparece para um “tempo em casa”, você não pode recomeçar de onde parou. Você é um visitante. Um estrangeiro. Um convidado sem um papel permanente. Seus amigos próximos fizeram outros amigos. Metade das pessoas de sua igreja só te conhecem como uma linha ou um item na lista de pedidos de oração. Alguma nova tecnologia, gíria, ou moda tornou-se comum… exceto para você porque você perdeu isso quando saiu.

No campo missionário, você dizia coisas como “No meu país…”, mas poucas pessoas no país onde você está podiam se relacionar com sua história. Eles ouviam educadamente, mas você sabia que eles não conseguiam entender. Mas não tinha problema. Você se consolava com o pensamento de que “As pessoas em casa entenderiam.”

Mas, de forma ainda mais estranha, aquelas pessoas que você tinha certeza de que entenderiam… eles não entendem. Agora que você está em casa, você está cheio de experiências e histórias do lugar que tornou-se seu segundo lar. Você diz coisas como “Lá no país onde morei…”, mas, é claro, o que você contar a eles sobre o país onde morou é difícil de entender. As coisas que você sente falta do país onde viveu recebem uma expressão confusa, ou até mesmo uma declaração: “Que estranho!” Depois que você termina de contar a história, as pessoas voltam a falar da equipe local esportiva, as últimas notícias sobre política, ou algum assunto ao qual você não deu tanta importância nos últimos anos. Não quer dizer que eles não gostam de você. Eles gostam. Eles estão felizes que você está finalmente “em casa”. Mas aquelas pessoas “de casa” simplesmente não conseguem se relacionar com suas experiências “naquele lugar”, naquele país com nome engraçado, onde as pessoas tem nomes mais engraçados–e impronunciáveis–ainda.

Quando você viaja “para casa”, as pessoas te dizem “Não é bom estar em casa?!” e você pensa “É, mais ou menos.” Agora que você já comeu algumas de suas comidas favoritas, e viu alguns velhos amigos, há algumas pequenas razões para ficar “em casa”. Você começa a sentir falta daquelas coisas sobre o país onde você viveu e passou a amar. Certas comidas, amigos locais, o papel no ministério que você estava fazendo com toda a alegria.

“Casa” já não é mais “casa”. E, tristemente, aquele outro lugar no campo missionário nunca será casa também. “Casa” é ambos lugares, e nenhum lugar, ao mesmo tempo.

“Em casa”, o missionário sonha sobre o outro país onde mora.
“No outro país”, o missionário sonha sobre o seu país natal.

Missionários são sempre pegos em meio a dois mundos. Eles não podem mais se identificar completamente com as pessoas que eles deixaram para trás no seu país natal. Mas eles nunca se identificarão de verdade com as pessoas no país onde vivem.

“Casa” é em todo lugar.
“Casa” é em nenhum lugar.

Mas está tudo bem. Já houve outros viajantes nessa mesma estrada.

“Todos estes morreram na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém, de longe, e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra. Porque os que falam desse modo manifestam estar procurando uma pátria. E, se, na verdade, se lembrassem daquela de onde saíram, teriam oportunidade de voltar. Mas, agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade.” (Hebreus 11:13-16)

Enquanto continuamos aqui na terra, sempre ficaremos um pouco deslocados e sem lugar. Missionários e aqueles morando em um lugar diferente de onde cresceram experimentam isso mais do que outros. Mas, algum dia, todos que creem no Senhor Cristo Jesus finalmente estarão em casa.

Tradução de: Karl Dahlfred

Called Higher

Gostaria de compartilhar esta canção que tem ministrado meu coração. O Senhor sempre nos chama para níveis mais altos e profundos, e podemos até ficar à beira mar, admirando a grandeza do Senhor. Ou, nos lançar e nos deixar ser imersos nos oceanos de sua Grandeza. Sermos levados pelas ondas do Seu coração. Eu quero ir mais profundo!

“Called Me Higher” – All Sons and Daughters

I could just sit
I could just sit and wait for all Your goodness
Hope to feel Your presence

And I could just stay
I could just stay right where I am and hope to feel You
Hope to feel something againAnd I could hold on
I could hold on to who I am and never let You
Change me from the inside
And I could be safe
I could be safe here in Your arms and never leave home
Never let these walls downBut You have called me higher
You have called me deeper
And I’ll go where You will lead me Lord
You have called me higher
You have called me deeper
And I’ll go where You lead me Lord
Where You lead me
Where You lead me LordAnd I will be Yours, oh
I will be Yours for all my life

And I will be Yours, oh
I will be Yours for all my life
So let Your mercy

And I will be Yours, oh
I will be Yours for all my life
So let Your mercy light the path before me

Cause You have called me higher
You have called me deeper
And I’ll go where You will lead me Lord

Where You lead me
Where You lead me Lord


“Chamado mais alto”

Eu poderia apenas sentar
Eu poderia apenas sentar e esperar por toda Tua bondade
Esperando sentir Tua presença

E eu poderia apenas ficar
Eu poderia simplesmente ficar onde estou e esperar sentir Você
Esperando sentir algo de novo

E eu poderia segurar firme
Eu poderia me agarrar a quem eu sou e nunca deixá-lo
Me transformar a partir do meu interior

E eu poderia estar seguro
Eu poderia estar seguro em Teus braços e nunca sair de casa
Nunca deixar as paredes caírem

Mas você me chama mais alto
Você me chama mais profundo
E eu vou para onde me levares, Senhor
Você me chama mais alto
Você me chama mais profundo
E eu vou para onde me levares, Senhor

Onde me levares
Onde me levares, Senhor

E eu serei Teu, oh
Eu serei Teu por toda a minha vida

E eu serei Teu, oh
Eu serei Teu por toda a minha vida
Então deixe Sua misericórdia

E eu serei Teu, oh
Eu serei Teu por toda a minha vida
Então deixe Sua misericórdia iluminar o caminho diante de mim

Pois você me chama mais alto
Você me chama mais profundo
E eu vou para onde me levares, Senhor

Onde me levares
Onde me levares, Senhor